← Serviços

Todo canal jura que a conversão é dele. O modelo mostra quem gera venda de verdade.

Marketing mix modeling com Google Meridian ou Meta Robyn, entregue como projeto sob demanda: incrementalidade real por canal, cenários de realocação de budget e recalibração trimestral. Agentes de IA fazem o trabalho pesado com QA; a leitura é de quem vive mídia.

Some as conversões que Meta, Google e TikTok reportam e o total passa do que o seu negócio vendeu no período. Todo canal está levando crédito pela mesma venda, e o last-click premia quem chegou por último, não quem convenceu. Marketing mix modeling resolve essa briga com estatística: mede o efeito incremental de cada canal, mostra onde a curva satura e simula o que acontece com o resultado quando o budget muda de lugar.

100%

open source: Google Meridian ou Meta Robyn, modelos mantidos pelas duas maiores plataformas de anúncios do mundo

4x

por ano: recalibração trimestral pra manter o modelo colado na realidade da operação

0

cookies, pixels ou dados de usuário: o modelo roda sobre agregados semanais, imune a mudanças de privacidade

Por que sair do last-click

  • Incrementalidade real por canal: quanta venda existiria mesmo sem o anúncio e quanto cada canal gera de fato.
  • Curvas de saturação: o ponto exato em que colocar mais budget num canal vira desperdício.
  • Cenários de realocação: o impacto projetado de mover 20% do social pra busca, antes de arriscar na conta real.
  • Efeito de longo prazo dentro do modelo: carryover e adstock capturam o que o last-click nunca enxerga, como vídeo e marca.
  • Zero dependência de rastreamento: dados agregados, sem pixel, sem cookie, sem briga com iOS.

O que o last-click esconde de você

Atribuição por clique premia o fundo do funil: retargeting parece herói, vídeo e marca parecem custo. O budget migra pra onde o crédito aparece, o funil seca e o custo de aquisição sobe sem ninguém saber apontar o motivo.

Marketing mix modeling é a técnica que grandes anunciantes usam há décadas pra decidir alocação entre canais: um modelo estatístico que relaciona investimento, sazonalidade, preço e vendas, sem rastrear indivíduo nenhum. O que mudou é que o Google abriu o Meridian e a Meta abriu o Robyn, e o estado da arte virou código aberto.

O que continuava caro era o time de ciência de dados pra rodar. É aí que a MAX entra: agentes de IA, construídos sobre Claude, ChatGPT/Codex ou Gemini conforme a etapa, preparam os dados, rodam dezenas de configurações do modelo e executam o QA estatístico. Um humano sênior de mídia valida e assina a leitura. Você paga um projeto, não uma licença anual nem um squad dedicado.

Curvas de resposta por canal estimadas via marketing mix modeling: social, busca e vídeo saturando em pontos diferentes
Cada canal satura em um ponto diferente. O modelo mostra onde o investimento incremental deixa de render: eixos em índice, sem valores absolutos.

Como o projeto roda

  1. 1

    Semanas 1 e 2: dados

    Consolidamos histórico de mídia, vendas e variáveis externas como sazonalidade, preço e feriados. O ideal são 18 a 24 meses de dados semanais; avaliamos o que você tem antes de fechar escopo.

  2. 2

    Semanas 3 e 4: modelagem

    Agentes de IA rodam Meridian ou Robyn em dezenas de configurações, com QA estatístico automatizado em cada rodada. Só chega à mesa o modelo que um humano sênior aprovou.

  3. 3

    Semanas 5 e 6: leitura e cenários

    Curvas de resposta, ROI incremental por canal e simulações de realocação de budget, apresentadas ao vivo e entregues documentadas.

  4. 4

    A cada trimestre: recalibração

    O mercado muda e o modelo acompanha: nova rodada com os dados mais recentes e comparação do previsto contra o realizado, pra você confiar no que a curva diz.

O que você recebe

  1. 1

    Modelo calibrado em Google Meridian ou Meta Robyn, com código e dados no seu ambiente: sem licença, sem aluguel de ferramenta.

  2. 2

    Curvas de resposta e saturação por canal, com ROI incremental e efeito de carryover (adstock).

  3. 3

    Simulador de cenários: realoque budget entre canais e veja o impacto projetado antes de mexer na conta.

  4. 4

    Relatório executivo com plano de realocação priorizado: o que cortar, o que escalar e o que testar em seguida.

  5. 5

    Recalibração trimestral opcional, com validação do previsto contra o realizado e ajuste das curvas.

Fontes que o modelo consome

Quanto histórico eu preciso?
O ideal são 18 a 24 meses de dados semanais de mídia e resultado. Com menos que isso, avaliamos a granularidade e dizemos com franqueza se o modelo vai parar em pé, antes de qualquer contratação.
Isso substitui minha atribuição?
Não, corrige o peso dela. Atribuição segue útil pra otimização tática do dia a dia; o MMM decide a alocação estratégica entre canais. Os dois convivem.
De quem fica o modelo?
Seu. Meridian e Robyn são open source: código, dados e documentação ficam no seu ambiente, e qualquer analista pode auditar o que foi feito.
Em que fuso e idioma vocês trabalham?
Português, inglês e espanhol, com base em São Paulo (GMT-3) e boa sobreposição com Américas e Europa. Operação assíncrona por padrão: briefs escritos, entregas documentadas, reunião só nos marcos.
Quanto tempo até a primeira leitura?
De 4 a 6 semanas entre o kickoff e a apresentação de cenários, a depender da arrumação dos dados de entrada.
Como funciona a cobrança?
Projeto de escopo fechado, com marcos de entrega definidos antes do início. A recalibração trimestral é um pacote separado e opcional, sem fidelidade.

Pare de discutir atribuição em reunião

Traga seu histórico de mídia e a gente diz, sem compromisso, se um MMM para em pé com os dados que você tem hoje.

Agendar diagnóstico