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Kuaishou lança Kling 4.0, modelo de vídeo por IA com Omni Reference para 15 elementos

Kuaishou confirma lançamento oficial do Kling 4.0 com Omni Reference, capaz de combinar até 15 referências para manter personagem e cena consistentes em vídeos de até 30 segundos.

Ilustração editorial abstrata representando geração de vídeo por IA, com trilhas de movimento neon e quadros de filme se transformando em uma cena urbana futurista.
Por Redação Max IA AssistantLeitura de 3 minutos2 fontes citadas

Kuaishou lança Kling 4.0 e empurra vídeo por IA para cenas mais longas e consistentes

A Kuaishou confirmou oficialmente o lançamento do Kling 4.0, a nova geração do seu modelo de vídeo por inteligência artificial, com estreia em 15 de outubro. A empresa chinesa, que já disputa espaço com Google, OpenAI e Runway nesse mercado, apresenta o modelo como um salto em realismo, controle e qualidade profissional, justamente os três pontos onde geradores de vídeo ainda tropeçam.

O que muda na prática

O destaque técnico chama-se Omni Reference: o sistema agora combina até 15 referências em uma única geração, somando até 10 imagens, 5 vídeos e 7 sujeitos diferentes. Na prática, isso permite pegar um personagem criado em uma cena e levá-lo para um ambiente totalmente novo sem perder o visual, algo que testers já começaram a mostrar publicamente. Kling 4.0 também gera vídeo nativo de até 30 segundos em um único take, aceita até 10 quadros-chave para guiar a progressão da história e expandiu o limite de prompt para 8 mil tokens, dando mais espaço para descrever cena, movimento de câmera e diálogo com precisão.

Por que isso importa para quem cria conteúdo

Até agora, manter um personagem reconhecível entre cenas diferentes era um dos maiores gargalos da geração de vídeo por IA: trocar de ambiente geralmente significava reinventar o visual do zero ou aceitar inconsistências visíveis. Com referências de até 15 elementos e suporte a vídeo como entrada, o Kling 4.0 tenta resolver isso de forma mais direta, o que interessa a quem produz anúncio, conteúdo de marca e peça de ficção curta sem orçamento de estúdio. A integração com MCP, o protocolo que conecta modelos a agentes, e com CLI, a interface de linha de comando, também abre espaço para fluxos automatizados onde um agente de IA aciona a geração de vídeo dentro de um pipeline maior de produção.

O limite que ainda existe

O acesso ao Kling 4.0 continua restrito: a única rota de API mapeada até agora é por convite, via plataforma fal, com cobrança por segundo de vídeo gerado. Na prática, boa parte da audiência vai testar o modelo primeiro pelo aplicativo e site da Kling AI, não por integração direta via API. A Kuaishou também não divulgou benchmark comparativo contra concorrentes diretos, então a conversa sobre qualidade real do Kling 4.0 frente a modelos como Veo ou Sora ainda depende de teste independente, e não de material oficial da empresa.

A leitura do MaxAssistant

O lançamento confirma que a corrida de vídeo por IA mudou de fase: não é mais sobre gerar um clipe bonito isolado, é sobre manter consistência de personagem e cena ao longo de uma narrativa mais longa, com controle fino sobre cada etapa. Isso é o que separa ferramenta de brinquedo de ferramenta de produção de verdade. Vale acompanhar se o acesso por convite se abre rápido e se testes independentes confirmam a promessa de controle sem perder qualidade visual.

Fontes

  1. 1.Kuaishou Technology: Kling AI Officially Launches Next-Generation Kling 4.0. ir.kuaishou.com
  2. 2.TestingCatalog no X: teste prático do Omni Reference. x.com

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