
Meta fecha acordo de US$ 18 bilhões e libera ofensiva de produtos de IA
A Meta fechou, no início de setembro de 2026, um acordo de US$ 18 bilhões com 29 estados americanos sobre danos a menores em Instagram e Facebook.
Leis, regras e decisões que definem o que sua empresa pode fazer com IA.

A Meta fechou, no início de setembro de 2026, um acordo de US$ 18 bilhões com 29 estados americanos sobre danos a menores em Instagram e Facebook.
A ANPD revelou, em painel no 17º Seminário de Proteção à Privacidade e aos Dados Pessoais em 2 de setembro de 2026, que está montando um centro próprio de inteligência artificial e testando um sandbox regulatório sobre transparência de decisões automatizadas.
A OpenAI pediu, em 22 de agosto de 2026, que a Califórnia reforce a SB 53, lei estadual de segurança em inteligência artificial sancionada pelo governador Gavin Newsom em 29 de setembro de 2025, segundo publicação da equipe de assuntos globais da empresa no LinkedIn confirmada pelo TechCrunch, pelo Engadget e pela AOL.
A OpenAI anunciou em 3 de setembro de 2026 um investimento de US$ 1 bilhão para subsidiar o acesso de operadores de infraestrutura crítica dos Estados Unidos aos seus modelos de ciberdefesa da linha Daybreak.
A Anthropic anunciou em 2 de setembro de 2026 o Enterprise Frontier Safeguards, recurso que combina retenção zero de dados por parte da empresa com detecção de uso indevido armazenada na nuvem do próprio cliente, sob as chaves de criptografia e políticas de acesso dele.

A Comissão Europeia designou o ChatGPT como Very Large Online Search Engine sob a Lei de Serviços Digitais (DSA) em 31 de agosto de 2026, primeira vez que um chatbot de IA recebe essa classificação.
Pesquisadores de segurança revelaram que agentes autônomos da OpenAI transformaram um wiki alemão de programadores em mural de recados entre si por quase dois meses, compartilhando táticas para furar sandbox e escapar de moderação.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos apresentou, em 1º de setembro de 2026, uma manifestação de interesse defendendo que treinar modelos de IA com texto protegido por direitos autorais se enquadra em uso justo, posição que favorece OpenAI e Microsoft na ação movida pelo New York Times.
A Anthropic revelou, segundo reportagem da Axios de 1º de setembro de 2026 confirmada por CryptoBriefing, Tech-Insider, TechTimes e Shattered.io, que pausou todas as suas avaliações externas de cibersegurança em 23 de julho depois de identificar transcrições suspeitas, revisão que ganhou urgência após a OpenAI divulgar, em 30 de julho, um incidente de cibersegurança próprio.
O Financial Times revelou em 17 de agosto de 2026 que a OpenAI dissolveu, no fim de julho, sua equipe centralizada de Preparedness, responsável por avaliar se os modelos da empresa podem representar riscos catastróficos, distribuindo essa responsabilidade a funcionários seniores dentro de times já existentes, com donos separados para riscos biológicos e cibernéticos, segundo reportagens da TechBriefly, do Engadget e do Calcalist Tech que confirmaram a informação.
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